
Atire a primeira pedra quem não tem sonhos, ambições, projetos.
Aécio Neves e José Serra também têm um sonho. No caso deles, alcançar o objetivo significa frustrar o outro. O PSDB só pode indicar um. Serra tem apoio, se não da maioria, de parcela significativa (se não em quantidade,sim, em representatividade). Aécio não se entrega e articula.
Antenado na onda "Obamania", Aécio quer tomar p'ra si o exemplo do até pouco tempo desconhecido e desacreditado presidente americano. Aécio sugere (dizem alguns que exige) prévias.
O contexo político brasileiro é bem diferente do americano de quando o senador Illinois decidiu lançar sua candidatura. Mas a estratégia de Aécio é inteligente pois não atende apenas a seus próprios anseios. Tornar extensiva a discussão sobre a escolha do candidato do PSDB pode ser fator preponderante na disputa do partido contra o PT. Coloca os candidatos em evidência nacional e proporciona uma oprtunidade ímpar do partido vender sua imagem e seu projeto (levando em consideração que ambos serão "fabricados") para o país.
É claro que discussões acalouradas como as que tiveram Barack Obama e Hillary Clinton devem ser desconsideradas. Passar uma idéia de desunião ainda soa muito mal no pacato e/ou cristão e/ou conservador (muito mais do que parece) eleitor brasileiro. Até porque, e principalmente por isso, a disputa presidencial não será com um candidato do mesmo partido do desprestigiado George Bush.
José Serra tem a seu favor o apoio da parcela significativa do partido e do maior colégio eleitoral do país além de uma capacidade considerável de articulação nos bastidores. Mas deve considerar sua derrota e a de Geraldo Alckmin nas duas últimas eleições. Aécio Neves pode, e pretende, representar a "novidade", a boa alternativa.
Numa democracia não faltam exemplos de que mudanças tendem a ocorrer naturalmente. Mas as peculiaridades da política brasileira apontam para a continuidade do governo petista. Assim, se quiser mudanças o PSDB terá que provocá-la. A estratégia de Aécio pode não ser eficiente para ele conseguir a indicação do partido mas parece óbvio que é a melhor alternativa para os tucanos reconquistarem o poder.
Já dizia o poeta: "Sonho que se sonha só é um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade".
Antenado na onda "Obamania", Aécio quer tomar p'ra si o exemplo do até pouco tempo desconhecido e desacreditado presidente americano. Aécio sugere (dizem alguns que exige) prévias.
O contexo político brasileiro é bem diferente do americano de quando o senador Illinois decidiu lançar sua candidatura. Mas a estratégia de Aécio é inteligente pois não atende apenas a seus próprios anseios. Tornar extensiva a discussão sobre a escolha do candidato do PSDB pode ser fator preponderante na disputa do partido contra o PT. Coloca os candidatos em evidência nacional e proporciona uma oprtunidade ímpar do partido vender sua imagem e seu projeto (levando em consideração que ambos serão "fabricados") para o país.
É claro que discussões acalouradas como as que tiveram Barack Obama e Hillary Clinton devem ser desconsideradas. Passar uma idéia de desunião ainda soa muito mal no pacato e/ou cristão e/ou conservador (muito mais do que parece) eleitor brasileiro. Até porque, e principalmente por isso, a disputa presidencial não será com um candidato do mesmo partido do desprestigiado George Bush.
José Serra tem a seu favor o apoio da parcela significativa do partido e do maior colégio eleitoral do país além de uma capacidade considerável de articulação nos bastidores. Mas deve considerar sua derrota e a de Geraldo Alckmin nas duas últimas eleições. Aécio Neves pode, e pretende, representar a "novidade", a boa alternativa.
Numa democracia não faltam exemplos de que mudanças tendem a ocorrer naturalmente. Mas as peculiaridades da política brasileira apontam para a continuidade do governo petista. Assim, se quiser mudanças o PSDB terá que provocá-la. A estratégia de Aécio pode não ser eficiente para ele conseguir a indicação do partido mas parece óbvio que é a melhor alternativa para os tucanos reconquistarem o poder.
Já dizia o poeta: "Sonho que se sonha só é um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade".
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(Esse post foi publicado às 2:44 da manhã. A reportagem publicada agora à tarde no site G1 confirma minha modsta "leitura".)
4 comentários:
Não entendo nada de política e meu comentário aqui é totalmente emocional. Não gosto do Serra por mais competente que digam ele ser ou mesmo que seja. Antipático, pernóstico, chato e esnobe.
Sei lá tb de Aécio, mas sei que parece ser um homem sério. Como o Serra tb.
Mas se o Serra for presidente só Sampa lucra.
Neste caso, fico com o grande Ciro Gomes- caso se candidate e acho que vai- para presidente. O sul maravilha tem seus senões, o que é uma pena. Ele é autêntico, sério e gente finíssima.
Mas você está falando em PSDB e não em PSB.
Se Aécio consegue este intento a lá Hillary e Obama, acredito que saia na frente. O Serra é anticarismático.Nem tanto qto a Diminha botox , mas é. E olha, segundo sei, dizem as boas línguas que ela é gente muito boa!rs
Aqui fala uma cearense bairrista.
Beijosss
o personalismo tomou conta de vez da política. todo mundo quer estar na janela e aparecer bem. projeto coletivo que se dane para muitos políticos que andam aí. é só marketing na veia. uma pena.
daniel, tem uma indicação pro teu blog lá no meu. Dá uma olhada.
Abraço!
Olha, Moço, te confesso que política anda me dando nos nervos...rs
Motivos outros, que não essa guerrinha dentro do PSDB...
mas a polêmica é boa!
Assunto pra durar até as próximas eleições...
Beijos avassaladores!
Nunca simpatizei com os políticos de forma geral...
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